A receptora do órgão foi uma paciente com morte cerebral

RIM DE PORCO
Legenda: Procedimento com o órgão do animal foi feito no Langone Health, da Universidade de Nova York
Foto: Shutterstock

Os pesquisadores detalharam que a receptora do órgão foi uma paciente com morte cerebral e com sinais de disfunção renal. A família autorizou o transplante antes que a mulher fosse retirada dos equipamentos de suporte à vida.

O novo rim ficou ligado às veias e artérias sanguíneas da paciente durante três dias e foi mantido do lado de fora do corpo.

Segundo o cirurgião Robert Montgomery, os resultados de teste de função do rim “pareciam bem normais”, já que o nível de cratina da receptora voltou ao normal após o transplante.

Ainda conforme o médico, o órgão produziu “uma quantidade de urina esperada” de um rim humano transplantado e não houve evidências de rejeição intensa como ocorre em rins suínos não modificados.

“Foi até melhor do que eu acho que esperávamos. Parecia qualquer transplante que eu já fiz de um doador vivo. Muitos rins de pessoas falecidas não funcionam imediatamente e levam dias ou semanas para começar. Esse funcionou imediatamente”, avaliou Montgomery ao jornal.

Montgomery acredita que o transplante experimental deve possibilitar no intervalo de um ou dois anos testes em pacientes com insuficiência renal em estágio avançado.

Fonte Diário do Nordeste

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