O acidente aéreo que vitimou os integrantes da banda Mamonas Assassinas completa 30 anos nesta segunda-feira (2). A tragédia, ocorrida em 2 de março de 1996, interrompeu de forma abrupta a trajetória meteórica de um dos grupos mais populares da música brasileira nos anos 1990.

Formada por Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, a banda conquistou o país com seu estilo irreverente, letras bem-humoradas e performances marcantes. Com apenas um álbum lançado, o grupo vendeu milhões de cópias e emplacou sucessos como “Pelados em Santos”, “Vira-Vira” e “Robocop Gay”.

Na noite do acidente, os artistas retornavam de um show em Brasília a bordo de uma aeronave com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Durante a aproximação para o pouso, o jato sofreu uma sequência de falhas operacionais e acabou colidindo contra a Serra da Cantareira. A queda ocorreu a poucos quilômetros do destino final.

Além dos cinco integrantes da banda, também morreram o piloto, o copiloto e um segurança que estavam na aeronave. A comoção foi nacional e marcou uma geração de fãs, consolidando o grupo como um fenômeno cultural que, mesmo com carreira curta, permanece vivo na memória do público brasileiro três décadas depois.

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